terça-feira, 10 de novembro de 2009

liberal

Há tempos eu não vinha mais aqui. Tudo tão difícil, quase inexplicável. Não entendo como uma sociedade que se diz tão liberal não aceita uma amizade entre gêneros diferentes. O meu coração tá apertado, sem saber o que fazer.

Parte de mim chora toda hora ao saber que qualquer momento pode ser o adeus de uma linda amizade, mas por outro lado, ela já não é a mesma coisa há tempos. O incrível é que sinto muita falta disso, e eu estou literalmente, quebrada. Ao ver um filme - bem bobo - chamado "Ponte para Terabítia" me deparei com uma situação parecida.

Não preciso dizer que chorei litros no filme, incrível a sensibilidade neste momento. Meu melhor amigo não está comigo e preciso a todo momento dos abraços dele, das nossas conversas, das nossas brincadeiras, eu preciso disso de volta.

Preciso de você.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

ideais

O que deveria me impulsionar a escrever mais um texto onde eu exprima todas as minhas vontades e desejos do mais profundo do meu coração, é o que me magoa e me reprime. Com tanto a dizer, não digo nada.

O cômodo se tornou incômodo. Ótimo, não?! Certo, assim eu poderia, na teoria, alterar a ordem natural dos fatos para que essa sensação mudasse. Essa procura excessiva por uma face que não demonstre nossos sentimentos tem me enojado. Fingir que não se importa, cegar-se, humilhar uma pessoa não nos faz melhor ou pior.

Acho que o momento de crescimento passou da hora. E algumas pessoas não puderam presenciar, tornando-se cada vez mais alienadas e imaturas. Triste realidade, verdadeira tristeza. A ação parte de nossos corpos cada vez mais fracos e desmotivados. Palavras não te tornarão mais verdadeiro, roupas não te tornarão mais sábio, violência não o tornará mais forte.

Então concluo que, ideais hoje, tornaram-se a maior ponte de discórdia e segregação visto que, dentro de um ideal que deveria juntar semelhanças e haver o respeito, há somente a busca por poder, vontade excessiva de ver caindo todos aqueles que julgaram ser inimigos, e o individualismo.

O que você alimenta, afinal?

sábado, 9 de maio de 2009

persista

Eu ouvi: "Pare de sentir pena de si mesma e pensar no que eles irão dizer, o que importa é ela.", tremi. Entre tantas verdades bobas e sem sentido algum, me vi. Sentei, chorei, meu estomago já não sabia mais o que sentir... aceite!

Sofrer por amor, algo tão clichê, ao menos pra mim. Nunca pensei um dia que iria dizer que, me apeguei tão rápido a alguém que foi embora na mesma velocidade que chegou mas, se não aquela pessoa por quem voltar, partir se torna tão... ame!

A vida é cheia de chegadas e partidas, uma imensidão de sentimento sem explicação, de querer sem ter... persista!

Gosto de alguém que não gosta de mim... normal!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

passagem

Um dos sentimentos mais incríveis que se pode sentir é, sem duvida, a dor. Esteja ela relacionada a qualquer que seja o motivo. A dor é capaz de motivar aparições de diversas sensações.

A dor que sinto no momento, está única e exclusivamente relacionada ao fato de que, prometi pra mim mesma que não iria voltar a gostar ou amar alguém tão cedo. O coração já não aceitava sofrer. Você apareceu. Entre tantas besteiras, conversas sem sentido e explicações sobre o pedaço mais recente de nossos últimos dias.

Tudo aconteceu muito rápido, gostei. Não deveria, foi o que me disseram. Cabeça-dura – um dos meus piores defeitos – eu mantive minha posição de interesse em você. Faca o favor de entender que me desconectei de tudo, agora. De tudo que se relaciona a você – menos esse texto, que ainda assim pode me torturar. Não sei o que quero e ao mesmo tempo, te quero.

Estou de passagem, de ida para bem longe onde, a procura pelo amor perfeito: homem e mulher, seja perca de tempo. Onde gostar não esteja relacionado a um estereotipo de corpo, ou de posição social. Que gostar seja pela pessoa, caráter, índole e personalidade.

Dei um tempo de tudo, dei um tempo do mundo, cansei.

quarta-feira, 11 de março de 2009

referência

Precisei de longos 40 minutos pra entender o que se passava em minha mente. Algo assustador, totalmente fora do normal. Admitir pra mim mesma a verdade sempre seria assim, tão torturante? Talvez dependesse do assunto.

Ou talvez não, talvez esse pensamento de que sempre dependesse do ponto de referência fosse um método de omitir pra minha mente que essa era a verdade e, fazer tudo parecer ter duas faces era o modo mais fácil pra me sustentar, pra sustentar ela, a dor.

Ela dói, arde. Toda vez que me lembro dá pontadas. O que seria isso? Pergunto a mim mesma, o que é tudo isso? Talvez um choque por determinadas ações, ou não sei. Pode ser medo, também. Me descobri uma tremenda medrosa. Eu queria poder vomitar palavras, todas com um verdadeiro sentido, que pudesse realmente descrever o que estou sentindo.

Só de lembrar em tudo isso, dói. Queria poder entrar em um buraco, me esconder do mundo, tentar fazer minhas feridas cicatrizarem. Até quando?

normal

Muito complicado. A gente se cobra demais, se sente muito igual a todos mas, ao mesmo tempo, tão diferente... As vezes, aparentamos estarmos preparados pra qualquer guerra que há de vir, e essa guerra não vem tão de longe, vem de nós mesmos.

Não que eu não esteja preparada - e sei que não estou - mas as vezes, um comentário dito qualquer, muda completamente o cotidiano de uma pessoa. Mudou o meu, completamente tudo girando, eu queria dar um "pause". Queria que minha cabeça parasse de funcionar por um instante, pra me deixar realmente pensar, porque já não sei o que é pensar.

Uma mente explodindo, uma diferença que se tornou indiferença a partir do momento em que tudo foi ligado. Eu sabia que em algum momento algo viria, algo que me deixaria perturbada, que me tiraria o sono, que ocuparia minha mente a todo momento. Você me disse que eu estava preparada, eu não estava.

Queria poder ligar, mandar um e-mail, falar sobre o que sinto. Queria poder expressar minha emoção um tanto vazia e cheia demais de alguma forma e, não encontro um jeito fácil e sadío. Não queria ter que me sentir na obrigação de, no próximo encontro, ter de lhe falar aquilo que, até pra mim é uma novidade. Assumir tudo isso é um tanto... grande.

Geralmente, a gente esconde de nós mesmos aquilo que não queremos ver no outro. Escondo em mim muita coisa, e realmente não é da minha natureza assumir tais sentimentos, eu escondi esse tempo todo. Escondi por medo de ser diferente demais, por medo de não me aceitarem e por medo de não continuar sendo quem sou. Um medo que, feliz - ou infelizmente - passou a partir do momento em que ouvi de sua boca que, sou tão normal quanto você.

Afinal, o que é ser normal?
Obs: texto complicado, tudo saiu como um ninho, não tenho como melhora-lo. Foi um momento de reflexão, um momento de ansiedade.

domingo, 8 de março de 2009

alternativas

Queria muito ter sobre o que escrever, sobre os sentimentos que estão se sobressaindo mas, sempre que tento escrever, nunca sai nada demais. Nada de muito interessante. Queria falar sobre o calor interminável que está em Brasília, algo TOTALMENTE fora do normal. Não há piscina, banho frio ou derivados que façam você parar de suar.

Queria falar também sobre como as pessoas daqui são arrogantes, mas, queria alimentar sentimentos bons e não ficar me rasgando internamente pra falar sobre minhas raivas. Podia falar também sobre o quanto meu novo dog, o Apollo, defeca e urina, e quão fedidas são as fezes dele mas, também não prenderia a atenção de nenhum leitor.

Podia falar que ando aprendendo muito sobre produtos de limpeza, sobre desinfetantes mas, também não vem ao caso. Tem também o assunto sobre um livro maravilhoso que eu estou lendo, o "Eclipse", que é a continuação de "Lua Nova", que por sua vez é a continuação de "Crepúsculo".

Ah sim, também poderia falar sobre o meu aniversário que está chegando, sobre o que pretendo fazer, sobre minha viagem pra São Paulo em comemoração e sobre o show que vou lá mas, nem eu mesma sei sobre o que irei fazer em Brasília, e a viagem é algo que procuro não ficar anciosa. Enfim, acho que não vou falar sobre nada mesmo, somente sobre minhas alternativas de tentar fazer um bom texto.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

lado felícia


Ah, tudo se transformou com um amorzinho novo que ganhei do meu amorzão... o Apollo. Ele trocou o caos pela união, tudo mais simples. Todos unidos pra cuidar direitinho dele, que é um amorzinho, mesmo. Eu e ELE, eu e o meu lado felícia.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

surpreendentemente

Acho tão incrível a cobrança de determinadas pessoas quando o assunto é 'amor'. Tento viver de uma forma simples: não esperar pelas pessoas. Deixar que elas mesmas me surpreendão, sem ansiedade. Quando a gente fica esperando muito por algo, a gente monta expectativas e quando as pessoas não atingem esse pouco de esperança, tudo desmorona e achamos que estamos sem chão.

E por mais que as pessoas se esforcem ao extremo, nunca conseguem nos surpreender e a relação se torna monótona, chata. Não sou exímio exemplo em amores, sequer sei o que é amor, tampouco quais são as sensações que podemos nos permitir sentir. Mas, serei sincera em dizer que cada pessoa que aparece em minha vida vem com um objetivo colado na - enganosa -folha de instruções mas, nunca podemos ou conseguimos a ler. É como se estivesse em outro idioma, outro dialecto.

Adoro, gosto, mas acho que amar foi somente a partir do momento em que o vi e que conversei com você. Amor de família é o carinho, é a troca de uma vida, é a tolerância pelos defeitos. Amor de... amor, é aquele que se sente medo do próximo telefonema, alegria ao saber que existe alguém do seu lado para te defender e náuseas de ansiedade para que chegue logo o horário da próxima vez em que vamos nos falar, pra você me chamar de "carinho" ou "nana".

Nunca pensei que a alegria estaria em um telefonema rápido, falando besteiras e sentindo saudades de pouquíssimos momentos. Transformações é a palavra certa para definir uma vida inteira antes e depois, o pré e o pós. Ai, como é bom gostar, surpreendentemente você me faz feliz, me faz bem, me faz completa.

telefonemas

O dia corre como qualquer dia normal, tudo teria voltado ao normal se, determinadas pessoas não tivesse aparecido de repente durante um sábado e em um momento de êxtase. Mudanças comportamentais foram a chave-mestra para que todo um ritual de coragem e danças fosse possível se aconchegar na visão daqueles que não acreditam em uma verdadeira cena.

Mas, tudo parou, como eu disse, não voltou ao normal. Talvez eu tenha entrado em uma espécie de livro, ou de ilusão, ou até de loucura, quem sabe. Mas, aquilo que tem me mantido nesse estado de espírito tem me preenchido de tal forma que, choro, se precisar, para que não acabe essa sensações. Se fosse qualquer coisa, talvez eu desse de ombros e ignoraria tudo isso.

Mas não, não é qualquer coisa e você sabe o por quê. Talvez devesse ter sido mais fácil pra todas as pessoas essas separações mais convêncionais com um 'adeus' a longas distâncias, sem muitos contatos, essa insistência em manter uma relação é algo incompreensível, no meu ponto de vista. Acho tudo mais complicado, mais difícil de lidar, mais chato. Não sou muito a favor de relações a distância mas, e quando, por um momento, você acha que essa pessoa se tornou de suma importância?

Arght, ignorar realmente parece ser o ato mais racional de tudo isso, mas há algo que nega, há algo que está acima dessa atitude um tanto idiota. Te dar um soco não é uma boa idéia, mas se isso o traria de volta, eu o faria. :) haha E, espero por mais telefonemas.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

sensações

Ah, há tempos não me sentia como me senti ontem, e como estou me sentindo hoje. O sentimento prolongado de uma noite perfeita, com pessoas imperfeitas que me fazem a pessoa mais feliz do mundo. Conhecimentos, verdades, pregações... palavras direcionadas a cada um dos corações que se encontravam naquele estabelecimento. Cada um interpretando de uma maneira, acreditando em uma coisa, mas todas escutando com atenção.

Sempre existem aqueles que querem farra, que vão a determinados lugares somente em busca de confusões. Mas estes se tornaram minoria quando o amor prevaleceu no coração daqueles que buscaram por uma verdade concreta. O respeito e o bom senso estiveram presentes durante todo momento em que um pé esteve dentro daquele recinto.

Sensações de palpitações no estomago, muito nervosismo e anciedade quando se tratava da hora tão esperada, mas, ao menos tive companhias agradáveis que me mantiveram relativamente calma. Presentes, pessoas novas, amores difundidos. Alegria e tristeza, separações. As vezes acho melhor sequer conhecer as pessoas, menos dor no final. Mas, cada momento teve sua particularidade, e cada palavra foi uma onda de calmaria.

Despedidas nunca são fáceis, mesmo quando se trata de pessoas que sequer temos muito contato, mas, ainda existem aqueles que acreditam no amor, e que conseguem transmitir isso de tal forma que, nos sentimos intímos depois da terceira frase dita. Perguntas, respostas, risos. Muito sangue, luxações, coagulações... o importante foi que, a vibe foi uma só e, boas vibrações foram mandadas e recebidas a cada uma das pessoas.

Reencontros, saudade, demonstrações de afeto, o amor é realmente algo transmissível e pegajoso. Quando você menos espera, está lá chorando e abraçando todo mundo que vem com aquele lindo sorriso e boa vontade falar com você.

Não existem palavras que possam demonstrar o que sinto, só acho que já sinto saudade do final de semana e queria mais um, ou que ele voltasse, repetisse. Amor, muito amor. :)

domingo, 1 de fevereiro de 2009

cotidiano

Nossa, começo a sentir náuseas só de lembrar que irá recomeçar tudo. O cotidiano normal. E, pra mim, a parte mais complicada da volta às aulas é que tem todas aquelas apresentações, eu sou hiper tímida e, é ao acordar me sinto pronta pra ir pra guerra. Podem achar a maior besteira do mundo mas, é complicado pra mim.

Eu queria muito ser invisível aos olhos de todos, haha. Mas ao menos tem pessoas do ano anterior que eu posso ficar atrás deles, me escondendo. haha As pessoas, principalmente a mim, olham como se fosse um extraterrestre. Eu só não tenho antenas. Tenho alargadores, piercing e ainda tatuagem.

Para um colégio de freiras onde o esteriótipo são menininhas que gostam de meninos, todas fazendo ballet, os meninos todos comportados... é, realmente sou uma contradição. haha Mas, não importa. Quantas vezes já passei por isso, e quantas ainda irei passar... Só poderia haver um modo mais fácil de enfrentar isso.


Muito dancehall e paciência pra mim, obrigada.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

letras musicais

"Quando eu me perco é quando eu te encontro
Quando eu me solto seus olhos me vêem
Quando eu me iludo é quando eu te esqueço
Quando eu te tenho eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo o que eu
Já não me importava mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Quando eu te invado de silêncio
Você conforta a minha dor com atenção
E quando eu durmo no seu colo
Você me faz sentir de novo
O que eu já não sentia mais
Você me faz tão bem
Você me faz, você me faz tão bem
Não tenha medo
Não tenha medo desse amor
Não faz sentido
Não faz sentido não mudar
Esse amor
Você me faz, você me faz tão bem"


Serei, eu, digna de um grande e eterno amor?

incompleta

Ah, sempre existe dentro de nós uma sensação de insatisfação com algo. O que tem te tornado incompleto? Eu posso dizer com toda uma certeza uma das coisas que me torna incompleta... amizades verdadeiras.
É muito complicado falar sobre amizades verdadeiras sem sequer citar o segundo termo 'verdadeiras'. Sempre defendi uma verdade única pra mim: não existe verdade única. Meu ponto de vista, pra mim, é uma verdade, quando pra outra pessoa não é. Como o certo e o errado.
Agora, o que é uma amizade verdadeira pra mim? Ela se constitui de um ítem essêncial: honestidade. Depois vem os outros que não são de menor importância: confiança, amor. Mas, o ponto crucial de toda essa história de amizades verdadeiras, amores verdadeiros ou qualquer relação verdadeira é que, é muito difícil encontrar-mos.
Cada dia que passa consigo mais acreditar nas frases relacionadas à amizades que citam que em toda sua vida só se tem 3 amigos verdadeiros. É, isso tem feito algum sentido pra mim, tenho realmente acreditado nessa tese. Aliás, não é muito complicado acreditar quando, num mundo como o que estamos atualmente, o valor inicial para uma amizade são roupas ou pedaços de papel com valores estimados.
Até parece que ter sentimentos e uma voz amiga já não ajudam mais. O mundo que está se perdendo ou eu que estou enlouquecendo? É errado querer amigos e amores? É errado querer se sentir bem ou satisfazer algumas vontades? É errado amar, proteger, cuidar?
Não sei, realmente a cada dia que passa, me sinto mais sozinha. E quando penso em olhar pra trás, em voltar atrás de determinadas pessoas, elas mostram quem realmente são pra mim de diversas maneiras - algumas delas de formas cruéis. Tudo se torna mais claro e cada vez parece que as pessoas se tornam menos civilizadas.
Deixo, de verdade, muitas coisas pra trás. Muitos sentimentos reprimidos, muitas sensações, muitas vontades de sair por aí gritando. Sempre me enfraquecí nas quedas dos outros, nunca olhei pro meu próprio umbigo. Sempre quis agradar as pessoas, e, sempre me deparo com as mesmas situações... desvalorização. Mas, mudar pode ser a solução, passar a não aceitar mais determinadas coisas, falar quando achar que devo, amar quem eu realmente gosto, não ter medo dos outros. Seguir minha vida independente de quem está ou não ao meu lado, ser feliz. É pedir demais? Pensei que assumir o erro e voltar a atrás, tentando mudar, era idiotice. Mas tudo fez sentido pra mim.
Seguir minha vida, assumindo todos os meus erros, tentando mudar, formar meu caminho, seguir sinais, realizar meus sonhos... dores são naturais, mas sofrer pelo o que não vale a pena é tornar minha vida um pouco mais incompleta.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

amor

"Cada um tem de mim exatamente o que cativou...Não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos." Charles Chaplin

Ah, cada dia que passa eu procuro mais por um amor verdadeiro, aquele que eu possa durmir e acordar amando mais. Aliás, essa palavra "amor" me dá palpitações. Sinto borboletas no estômago. Não sei ao certo se temos uma pessoa premeditada à nós porém, eu queria muito que ao menos fosse verdade isso.

Eu gosto muito de ler romances, eles me dão idéias de que as vezes possa ser possível ter um desses onde, os defeitos se tornam qualidades e que é possível envelhecer ao lado do amado me sentindo cada vez mais jovem. Não quero paixões, porque elas são como bombas, explodem e um dia o efeito passa, acaba. Quero algo mais duradouro, quero mais amor.

O amor é algo muito louco. O amor é o sentimento mais puro que se possa existir.

adeus

Tudo fica mais fácil quando a gente entende as pessoas, essa é uma verdade. Apodreci essa semana, me tornei uma máquina, uma pedra. Mas, se procuramos por crescimento pessoal o certo não é me isolar e sim estar com aqueles que verdadeiramente quero estar. Acordar cedo, ir trabalhar, fazer a minha parte... tudo tão mais fácil.

Não vou dizer que perdôo qualquer coisa que tenha acontecido, porque as coisas que nos acontecem são para o nosso crescimento, e, pode ou não ter sido na maldade mas, eu não tenho o que perdoar, não agora. Não tenho o que nem quem perdoar. Mas, também minha mágoa sobre as pessoas passaram, chega de me consumir por coisas que não valem a pena!

Temos sempre que pensar em progredir, e não ficar batendo na mesma tecla. Dessa vez foi difícil me convencer sobre tudo isso mas, foi o melhor. Escutei muito Legião Urbana, Frejat, Barão Vermelho... Podem falar o que quiserem mas, as músicas me acalmam e, todas falam de coisas bonitas. Fica tudo tão mais simples, mais bonito...

Adeus, babaquices, o sofrimento vai tarde.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

reflexão

Alguns momentos depois que postei o outro texto, fiquei parada, pensando direito. E cheguei a uma conclusão: Sempre existirá pessoas ao nosso lado falando sobre nós, as pessoas que nós nem imaginamos, que nós confiamos. Sempre existirão pessoas que falar sem sequer nos conhecer.

Sempre existirão pessoas que sonham em nos ver no chão, pessoas que não aceitam apenas que também podemos ter amigos, sempre pessoas espalhando a mentira, provocando um caos. Mas essas pessoas nunca conseguem nada de nós, é simples. Temos que lutar pela honestidade, pelo amor, e que a inveja se mantenha longe de nós.

Não desejo mal à ninguém, porque assim irei me igualar à essas pessoas que querem puxar o nosso tapete, que nos passam a perna. Desejo à todos muita paz e muito amor, porque é disso que as pessoas precisam. Pessoas que nos desejam o mal, que nos invejam, que nos querem ver no chão não são felizes. Eu sou feliz.

medo

Do que você mais tem medo? Medo de aranha? Medo de cobra? Medo de sair sozinho? Medo de morador de rua? Medo de morrer? Medo de viver sempre na mesma merda? Medo... uma palavra muito interessante, ela me dá náuseas, meu estômago parece que está na minha boca quando falo, pior quando penso nos meus medos.
Um medo muito grande meu é de confiar, porque sempre, as pessoas que eu mais confio se transformam. Pessoas que eu chamava de irmã, irmão, família me traem sempre. E cada vez fiz mais difícil ainda eu confiar, eu ser eu mesma. É complicado, as pessoas perderam os valores, hoje as pessoas só querem saber de "mosh, banda, treta". E depois ficam por aí falando merda sobre mim, e ainda tem aqueles que acreditam.
Acho lindo a capacidade das pessoas de inventar histórias, as vezes acho que elas deviam usar esse dom pra escrever um livro, algo mais útil, não?! Ao invez de ficar enchendo a paciência daqueles que estão quietos no canto. Sempre escuto as pessoas me chamarem de grossa, estúpida, blábláblá.
Mas, o que acontece é que chega um momento em que os nossos copinhos da paciência e tristeza transbordam, eles vomitam palavras feias e como consequência, eu me torno esse monstro sem sentimentos. Ah, claro, sem me esquecer da parte em que perco a razão. Como ainda me manter equilibrada quando as pessoas que eu verdadeiramente gostava se tornaram ácidos pro meu organismo? Quando mesmo eu sem falar com ninguém eles continuam batendo na mesma tecla, querendo me atingir com qualquer mentira bem elaborada?
Depois sou eu o monstro, depois sou eu a mentirosa. Sabe qual o maior problema das pessoas? Elas se esquecem do passado, se esquecem de tudo o que viveram e de tudo o que falaram pros outros. Se esquecem das pessoas pelas quais morreriam por elas, se esquecem de agradecer o pouco. As vezes eu me arrependo de ter ajudado algumas pessoas, vou ser sincera.
Me arrependo também de confiar nas pessoas que chamei de família durante quase um ano todo. Quando na verdade não são nada de família. Pessoas que vão contra seus próprios princípios, são falsas com as outras. Ao menos eu não falo e nem forço com quem não gosto, por isso devo ser grossa. Eu erro, todos nós erramos. Mas existem aqueles que procuram por uma perfeição - perca de tempo.
O que eu falo, eu vivo. Vivo o vegetarianismo por amor, não preciso fazer álbuns em orkut, "evangelizar" as pessoas, faço cada alimento pros shows por amor, amo o que faço. Sou straight edge não só pra ter um 'x' no nome, ou pagar de algo. Eu vivo o straight edge, vivo por amor. Não pago de banca forte, quantas vezes eu deixo claro o quanto estou ruim, chateada, triste. Mas, tenho/tinha amigos que me mantem/mantinham feliz, me faziam me sentir firme, forte.
Pessoas verdadeiras? Já não sei mais se existe isso, as pessoas cada dia que passa se tornam mais individualistas, podres por dentro. E, um outro medo meu é desistir das pessoas assim como desisti, nessa semana, de alguns amigos. Quero a felicidade extrema de todos, inclusive dos que me decepcionaram, porque, ao contrário de cada um de vocês, eu quero mais amor pra sociedade, quero mais felicidade.

"Mas firmão né, se Deus quer sem problemas,Vermes e leões no mesmo ecossistema."

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

ansiedade

Esqueci e não me esqueci ao mesmo tempo desse blog. Tá, pra ser sincera, me esqueci. Mas, continuando, que é importante, no post passado eu falei sobre minha auto-tortura, que hoje eu continuei a exercê-la. Bom, hoje não foi tão ruim porque consegui colocar um fim em tudo isso, afinal, não é muito normal que nós façamos coisas como essa.

Hoje foi um dia interessante, fui trabalhar, me mantive concentrada - que é bastante difícil - no que estava fazendo, pensando somente na besteira que irei fazer amanhã quando irei ensaiar com a banda "Estamira". Acho que vou ir mal, não estou sendo confiante, mas, o máximo que pode acontecer é, nada acontecer. E, como meu amigo disse, o "não" eu já tenho, agora tenho que conquistar o "sim".

Sem contar também que troquei uma idéia bastante interessante com o Maringueth, que é irmão da Bequinha. Foi bastante legal, haha rimos, cantamos. Conversei também com o Filipe mais cedo. Não cheguei a conversar direito mas, estou morrendo de saudades do Marcio. Tudo legal, até.

Sentí necessidade de ler alguma coisa, algo relacionado ao livro da Stephanie Mayer "Lua Nova" porque, afinal, sexta-feira chegam às livrarias o próximo livro chamado "Eclipse". Estou quase sem paciência pra esperar. E eu tenho falado muita besteira, falado demais. haha

Bom, vou terminar por aqui porque tenho que tomar banho e ir durmir.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

auto-tortura

Não quero começar a escrever nada que se pareça com torturas chinesas, não. Não que muita gente vá ler, e pra ser sincera, espero que pouquíssimas pessoas leiam. Quantidade não importa pra mim. Não falarei sobre o quanto chove no verão, ou falar sobre a inflação e a grande queda de preços dos carros. Falarei sobre mim.

Isso pode parecer um tanto interessante para aqueles que querem saber um pouco mais sobre mim, entretanto, não falarei sobre quem sou, falarei sobre minhas perspectivas, sobre minhas opiniões, sobre minhas experiências. Não espere ganhar tudo de uma vez, não mesmo. Seria um grande prêmio pra qualquer um achar uma caixa com um papel em cima digitado com letras chamativas, em negrito: "manual de instruções de fulan@", ou melhor: "manual de montagem de fulan@", ou talvez melhor ainda: "manual de sobrevivência com fulan@". No dia que você achar um desses, por favor me mande o endereço da gráfica.

Hoje não vou escrever sobre nada muito interessante, nada que venha chocar qualquer pessoa, nada que lhes interessa muito. Falarei somente de reflexões sobre o meu dia, algo muito pessoal, que não acho que seja necessário que alguém leia (somente se quiser, afinal, deixei isso público).

É incrível a minha capacidade de me torturar, de procurar qualquer pessoa, qualquer lugar, qualquer cheiro pra que eu me torture, pra que eu me recorde de coisas que não queria recordar, pra que eu me sinta viva. Sentimentos, ahh, sentimentos são coisas extremamente interessantes, alguns te fazem quase que enlouquecer com tantas sensações ao mesmo tempo, falta de ar, má circulação de sangue, tontura. Nossa, eu sou craque em desenvolver técnicas pra me sentir viva. Há algum tempo já não me sinto a velha Mariana de sempre, me sinto vazia, mais cautelosa, nada que possa preencher esse espaço, a solidão vem junto, de graça. E com ela vem também a tristeza mas, não é algo normal que se possa sentir. Não é nada normal, pra ser sincera. E, hoje me senti bem porém, torturada. Não sei se isso vai durar muito, espero que, caso dure, não afete minhas relações. Meus amigos têm sido toda a minha base, toda a minha estrutura nessa última semana. E, eu os amo muito. :) Cada abraço que vocês, meninas, me proporcionam eu me sinto mais querida, mais amada, menos qualquer. E, sinceramente, peço desculpas a qualquer um que eu tenha magoado, ou que continuo magoando. É tudo muito difícil, lidar com toda essa situação, todos os sentimentos estourando, como uma bomba - antes fosse. E, sobre o título do Blog, aí vai: A vida é dura. Cada dia ela nos ensina algo novo, cada dia apronta algo novo, sempre em questão de um crescimento pessoal para nós. Sempre aprendendo, errando, e se mantendo em pé. Muitas vezes a parte de se manter em pé não é a mais fácil, mas, temos que faze-la porque, nesse mundo louco em que vivemos atualmente, cada um quer tirar proveito de nossos defeitos, de nossos pontos fracos, de nossas derrotas, de nossas caídas. Tá tudo muito louco.



Tá tudo muito louco.